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    DISCURSO PROFERIDO PELO SENADOR RICARDO FERRAÇO (PMDB/ES) NO PLENÁRIO DO SENADO FEDERAL

    2.3.2012As importações de São Paulo, destaca o economista Ivan Ramalho, alcançaram US$82 bilhões em 2011, de um total de US$226 bilhões, o que corresponde a 36% do total das importações em nosso País. O Estado do Rio de Janeiro, o segundo colocado, importou apenas US$18 bilhões, quando nós comparamos com aquilo que importou o Estado de São Paulo. E o Estado de São Paulo não incentiva importação. Já os demais Estados brasileiros registraram importações em níveis bastante modestos. 

    IMPORTADORES VÃO AO SENADO PEDIR MANUTENÇÃO DA GUERRA DOS PORTOS

    1.3.2012O presidente da Abece, entidade que reúne 25 tradings, vai argumentar aos parlamentares que a importação não é a vilã da indústria, já que aumenta a competitividade da produção nacional ao agregar tecnologia e insumos mais baratos ao produto final brasileiro. Em defesa dessa tese, ele apresenta números: dois terços das importações do País são compostos por equipamentos e insumos para a indústria.

    BUROCRACIA NA EXPORTAÇÃO

    16.2.2012Os exportadores brasileiros está sujeito a carimbos de aprovação de até 12 órgãos diferentes do governo. Hoje, há mais de cem 100 leis que regem a área no Brasil e 130 impostos e tributos relacionados à atividade. 

    QUEM PROTEGE O CONSUMIDOR?

    27.1.2012O forte crescimento do comércio exterior nos últimos anos tem motivado diversas iniciativas protecionistas de setores da indústria brasileira. Esses segmentos, em geral, ignoram os interesses dos consumidores. É consenso entre os analistas que as medidas de proteção aplicadas pelo governo na importação provocam aumento do preço do produto nacional. E quem acaba pagando é o consumidor brasileiro, especialmente o de baixa renda.

    A ROTA DA COMPETIÇÃO

    9.1.2012Os resultados do comércio exterior brasileiro, divulgados no início do ano, mostraram novo recorde nas exportações. Mas, a exemplo do que ocorreu em 2011, as primeiras análises e pronunciamentos sobre o tema se restringem ao crescimento das importações, especialmente de produtos industrializados. A ênfase tem sido o propalado déficit comercial de manufaturados.